domingo, 9 de outubro de 2011

11

[é... onze mesmo!]

bem.. to fechando o blog e assumindo o pseudônimo. ahushaush. Sempre fui eu, apesar de muita gente saber já. É só ler, ta na cara. MAS... essa é uma parte da minha vida que já chega, comecei um outro blog, o "Talvez o poeta!". Nesse as coisas estão as claras. Sem complicações.

Adeus Casa Branca. Que me venha a felicidade.

sábado, 7 de maio de 2011

DEZ

[DEZnecessario... isso esta cada vez pior]

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Aqui restou um amargor
Um deserto silencioso e frio
Calejou-se, culpa da dor
Falei para não deixar-me sozinho

Agora se quiser me ver, tudo bem
Já não dói, já não alegra, tanto faz
Tristeza é coisa que vai e vem
Tristeza é onda batendo no cais

Tem pedra aqui, nem precisa tentar
Tua faca não há de furar nem doer
Tua presença não é mais de sufocar
Agora sim, deixei nosso Amor morrer

Como querias, agora não te Amo
E posso me aproximar sem sentir
Doer a falta no fundo do meu âmago
Sofrer por ter te deixado partir

Se queres me ver, tudo bem, eu aceito
Mas se queres, então a de procurar
Cansei de correr-me para teu leito
E ver você, de lá me enxotar

Não tem nada aqui, repito mais uma vez
Não tem dor, nem Amor, nem saudade
Se queres me ver, tudo bem dessa vez
Tire a mascara, seja você de verdade.


escrevi esse poema em março desse ano, mas não estava com a mínima vontade de postar aqui.
algo me fez mudar de idéia.


domingo, 24 de abril de 2011

NOVE

[nove, noves fora.... zero.... um... dois...]

Então... o que resta? Peito duro, coração de pedra e nenhum desejo. Nem por ti, nem por mim, nem por aquela que não apareceu.

Então... não aceitou o lugar proposto? Imaginei que não, não poderia, não com todo esse sentimento que você possuía ai dentro.

Você possuía... E agora que o que te possui é a medida daquilo que te destrói? E agora que a medida da destruição é inversamente proporcional ao que possuis? Possuir e ser possuído tem lá suas diferenças. É como Amar e ser [simplesmente] amado.

Não dediques mas nada ao Amor.... só ao amor. Há quem ainda saiba a diferença. É que a medida do Amor que não possuis e proporcional a saudade que sentem da sua presença. Você sabe disso.

Tudo tão confuso, nuvens que dançam no horizonte. Poeta, o que houve? Por onde esqueceste teu coração? Sentes cheiro de sândalo e isso te incomoda, sentes cheiro de canela e isso te revigora.

Paradigmas que se desdobram, realidades que se acabam. Tudo é Paradoxo: culpe-o, pois ele o culpará. E pensar que você já riu com essas palavras.

Jogue uma moeda pro alto, cara sim, coroa não. Conheces o método, és o precursor dos modelos que eles estudam, das idéias que eles dizem serem deles. Mas não se importa... não é? Cansaste dessa vida sofrida, dessa batalha vencida, desse medo do errado. Ainda és Senhor de seu castelo, e ninguém ousa desafiar tuas ordens, nem adentrar suas fronteiras sem permissão.

comandante, comandante... gritam os recrutas no campo de batalha.
Lutas por quem comandante? Eles perguntam afoitos.
Por ninguém. A resposta é tão impactante quanto a surpresa em responde-la dessa forma. Percebes tarde demais... toda luta é vã quando se perde a razão para se lutar.

Você queria voltar, encontrar abrigo em algum local, mas não a abrigo pra ti, só nuvens negras que dançam no horizonte. Tudo tão confuso.

Andas se destacando aonde te intromete, como sempre. Lembre-se : nada mais te importa. Viveras não mais regido pelos sentimentos, ou pelas belas vontades. Tens o dinheiro, tens o futuro, tens o sucesso... tens o Amor? ou o amor? É, pois é, e de que adianta o resto sem um ou outro?

[queria que soubesse, agora posso falar... ainda que não me lembre bem como]

se fizer sentido a alguém, que seja em vão.
se não fizer, então que tenha motivos.