terça-feira, 2 de novembro de 2010
OITO
domingo, 24 de outubro de 2010
SETE
[os trocadilhos estão acabando]
Escrevi pensando em uma conversa que eu tive com uma certa mulher, escrevi pra ela, mas não consegui pegar o tom feminino... acho que é por que isso soa melhor vindo de uma mulher para um homem, do que de um homem para uma mulher. Que machismo. haha.
>noite dos mil amores<
Triste o homem que tudo ama
Por amar sem fim ao nada
E sente nesse amor que lhe engana
Que não necessitas da amada
Triste a noite dos mil amores
Pois raia o sol e é tudo vão
Restam apenas os odores
Da noite que se torna solidão
Triste, mais triste é estar trancado
Não por que se quer, mas por estar
Trancado nesse palco alucinado
De onde só se pode desabar
E pior que tudo isso é só te ver
Fazer contigo tal crueldade
Vendo lentamente se perder
Nesse poço teu de vaidade.
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triste mesmo é saber que não se importa em se tornar assim tão "mais uma".
sábado, 16 de outubro de 2010
SEIS
~acordei~
Mais uma vez acordo no quarto
Assustado, me vejo em casa
Sinto, tal como dores de parto
Que tentaram cortar minha asa
Acordo e finjo que estou bem
Ponho um sorriso no rosto
Por dentro, lanço ao desdem
Tudo o que eu queria com gosto
Não há motivo para paciencia
Não há razão para levantar
Despertando minha consciencia
Reconhece meu quarto, meu lar
Hoje é só mais um dia triste
Dos muitos que tenho pela vida
Aos passaros, a ração de alpiste
Pra mim, a oração nunca lida.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
CINCO
domingo, 10 de outubro de 2010
QUATRO
Poetizando em vão por aquela que nunca vai ser minha.
Tenho esse estranho problema: eu idealizo.
Idealizo o Amor, idealizo a amada.
Escrevi esse poema para a primeira opção idealizada, que nada mais é do que isso:
Um ideal, embora puramente platônico.
PASSAGEM
O ar frio toca o vidro da janela
Embaçando o cinza da paisagem
Pelo asfalto desfila aquela
domingo, 3 de outubro de 2010
TRÊS
|-3| = |3|
acho que isso dá até um samba. vou providenciar o instrumental. haha.
~o recado~
Vou lhe mandar um recado
Escute, eu só falo uma vez
Não diga que não foi avisado
Pagará pelo que me fez
Rapaz, não ache que não sei o que faço
São coisas daqui com as quais você mexeu
Agora o que iras enfrentar de verdade
São as coisas de lá, mas fortes que eu
Nunca corri da batalha, e nunca em vão
Não caio, não desisto,
não cedo, não perco a visão
Sou para ti, seu pior pesadelo
Sou o anjo da morte,
Arrepio, teu pelo.
Sempre fui acostumado,
Com atrevidos do teu tipo
Muito mais que preparado,
És para mim um derrotado
A quem eu nem mesmo sito
Rapaz, olha bem com quem você se encrencou
Vai correr, pra que lado?
Quem te livrar da corda
Na qual você se enforcou?
É rapaz, você ta ferrado.
É rapaz, você fez tudo errado.
E o que resta pra ti é nada mais
Do que um “descanse em paz”
E um adeus nunca dado.
Essas coisas brotam na minha mente.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
DOIS
terça-feira, 28 de setembro de 2010
UM
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ZERO
zero
Zero é um bom numero para se começar.
Neutro, solitário e diferente.
Zero não é negativo, nem positivo, o zero é ele, por si só.
O zero, é na verdade, o segredo. Pois ninguém chega ao segredo em conjunto. Apesar do zero fazer parte de conjuntos, ele é sempre um elemento a parte, nem quente, nem frio, nem mais, nem menos.
Zero. Um ótimo ponto de partida, um lamentável ponto de chegada.
Bem... preciso de espaço pra expressar certas coisas... textos, poemas, etc.
É basicamente isso que verão por aqui.
por hora, um poema que escrevi recentemente:
~nova experiência~
quando o assunto é você
me faltam mais que palavras
é como se um desejo
colocasse em minha boca, travas.
quando é você que passa
sinto minha perna tremer
aperta o peito la dentro
querendo o peito te ter
desejo você cada vez mais
cada vez mais perto de mim
pena que estas tão longe
por de trás desse muro de marfim
você, tão segura, tão só
suficiente como uma manhã inverno
quero te ter, só te ter
E dar-te o que me há de mais terno.